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Black Friday da pandemia antecipou em até 10 semanas os descontos do e-commerce, que chegam, em média, a 57,38%

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Black Friday da pandemia antecipou em até 10 semanas os descontos do e-commerce, que chegam, em média, a 57,38%

Este ano, a adesão chegou a 97,72% dos mais de 1,6 milhão de e-commerces no País.

Na esteira da crise da Covid-19, e a exemplo do que já havia ocorrido no ano passado, o varejo online brasileiro apostou na antecipação das liquidações de Black Friday – a sexta-feira que sucede o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. O crescimento do comércio online no decorrer dos últimos 19 meses levou a mais uma Black Friday de adesão sem precedentes no País.

Este ano, a pesquisa (feita pela BigDataCorp sob encomenda do PayPal Brasil) percebeu que há 2,5 meses a adesão às promoções viralizou no Brasil. Há oito semanas, 60,49% das lojas online já ofereciam promoções. À meia-noite, ao final desta quinta-feira, dia 25, a adesão das lojas virtuais às ofertas de Black Friday chegou a 97,72% nos mais de 1,6 milhão de e-commerces do País.

Ao lado do Dia das Mães e do Natal, é a data mais expressiva do comércio eletrônico, segundo a Webshoppers. Para mapear esse fenômeno do varejo online, o estudo acompanha as ofertas de Black Friday na web desde 2015, sendo esta a sétima edição do levantamento. Os descontos médios de 2021 superaram os do ano passado (51,36%), batendo em 57,38%, o que pode caracterizar uma reação do comércio ao cenário econômico ainda desafiador. Os resultados são os seguintes:

Novidades

  • Nesta sexta-feira, entre os grandes e-commerces, com mais de 500 mil acessos por mês, o desconto médio foi de 64,71%. Entre os demais e-commerces, ela chegou a 56,92%.
  • Nas oito semanas anteriores à Black Friday, os descontos deste ano chegavam, em média, a 10,56%.  Já duas semanas antes da data, os descontos avançaram progressivamente para 49,11% este ano (contra 45,35% em 2020 e 10,58% em 2019).
  • No Top 5 categorias em que a pesquisa BigDataCorp encontrou os maiores descontos, a medalha de ouro vai para livros, músicas e filmes (principalmente digitais) (70,26%), seguidos por eletrônicos (62,93%), brinquedos (51,83%), cosméticos e produtos de beleza (50,02%) e roupas, sapatos e acessórios (48,22%).

Citações

“Observamos uma continuação da tendência de antecipação das promoções e anúncios relacionados com Black Friday, que apareceram 2,5 meses antes da data, como uma tentativa de atrair mais consumidores para as lojas online. Também vimos percentuais de desconto mais elevados esse ano, talvez em uma tentativa de compensar parte do aumento de preços e redução de consumo causado pela inflação.” Thoran Rodrigues, CEO e fundador da BigDataCorp.

“O e-commerce se transforma, a cada ano, em um aliado mais importante para o varejo, seja ele de pequeno, médio ou grande porte. As compras online se tornaram, no decorrer dos últimos dois anos, parte do dia a dia dos brasileiros; e os varejistas entenderam que o ambiente virtual é fundamental para incrementar as vendas, principalmente em datas como a Black Friday. O que assistimos este ano foi uma grande antecipação dos descontos, que chegou a quase 50% duas semanas antes da data. Isso demonstra a preocupação do lojista em garantir vendas durante todo o mês de novembro, com a capacidade de entrega desses produtos vendidos até a Black Friday propriamente dita.” Felipe Facchini, Head Geral de Negócios do PayPal Brasil

(*) Os valores citados são preços médios dos sites, ou seja, a média do preço de todos os produtos vendidos em uma dada loja virtual.

Metodologia

  • A BigDataCorp realizou a coleta dos sites para esse estudo a partir de uma base de dados com endereços (URLs). Essa base foi construída por um processo que roda há mais de oito anos e que visita mais de 1,5 bilhão de sites no mundo inteiro. A empresa utiliza o processo de captura de dados da internet extraídos de visitas a mais 35 milhões de sites brasileiros, dos quais são extraídas informações estruturadas e seus links. Os sites são acessados e se faz o download dos documentos HTML. São desconsiderados os sites inativos, ou seja, os que estão fora do ar ou que não respondem a visitas por quatro semanas seguidas. Também são desprezados os que, por oito semanas consecutivas, não fazem qualquer alteração em seu conteúdo. Assim, são considerados neste estudo mais de 17 milhões de sites ativos no Brasil.
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